Pular para o conteúdo principal

Credo Apostólico



Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra.
Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém. 

----------------------------------------------------------------------------
O Credo Apostólico, o mais conhecido dos credos, é atribuído pela tradição aos doze apóstolos. Mas os estudiosos acreditam que ele se desenvolveu a partir de pequenas confissões batismais empregadas nas igrejas dos primeiros séculos. Embora os seus artigos sejam de origem bem antiga, acredita-se atualmente que o credo apostólico só alcançou sua forma definitiva por volta do sexto século, quando são encontrados registros do seu emprego na liturgia oficial da igreja ocidental. De um modo ou de outro, parece evidente sua conexão com outros credos antigos menores; como os seguintes: 

Creio em Deus Pai Todo-poderoso, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor. E no Espírito Santo, na santa Igreja, na ressurreição da carne.
Creio em Deus Pai Todo-poderoso. E em Jesus Cristo seu único Filho nosso Senhor, que nasceu do Espírito Santo e da virgem Maria; concebido sob o poder de Pôncio Pilatos e sepultado; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao céu e está sentado à mão direita do Pai, de onde há de vir julgar os vivos e os mortos. E no Espírito Santo; na santa Igreja; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo.

Fonte: http://www.arpav.org.br/arpav/index.php?option=com_content&view=article&id=52:o-credo-apostolico&catid=41:credos-cristaos&Itemid=70

 
 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A voz da Reforma – Texto da Reforma Protestante

Devido a Reforma, estou postando este texto, que é um dos exemplos do trabalho de interpretação bíblica feita por Martinho Lutero, este texto também está postado no blog Edmario Servo.    Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido (Salmo 2:1-2)             É evidente que a palavra reis aqui se refere a Herodes e Pilatos, mesmo Pilatos não tendo sido rei, porque os dois operaram juntos para cumprir o conselho de Deus profetizado: destruir a Cristo. Por príncipes , se entende os líderes entre os sacerdotes. Por gentios , os soldados romanos que estavam sob as ordens de Pilatos, que maltrataram a Jesus, castigando-o e crucificando-o. Por povos , ao povo judeu.             Nota-se aqui a modéstia do profeta, quando brandamente fala da fúria...

Fragmento de Clemente de Roma

 Clemente de Roma, segundo Justo Gonzalez, em seu primeiro volume de sua História do Pensamento Cristão menciona que, ele foi bispo de Roma no primeiro século, e que a obra Carta aos Coríntios (obra autêntica escrita em grego), seria uma carta de uma igreja para outra igreja, e não uma carta particular do bispo de Roma. Assim, a carta por natureza, é primordialmente prática, "tratando dos vícios que causam divisões e das virtudes que fortalecem a unidade; lida com outros assuntos teológicos tangencialmente." (GONZALEZ, 2004, p.63). Segue um trecho da carta em português: Tu abriste os olhos do nosso coração, para que conhecêssemos que tu és o Único, o Altíssimo no altíssimos dos céus, o Santo que repousa entre os santos. Tu que humilhas a violência dos soberbos, que aniquilas os projetos dos povos, que exaltas os humildes e rebaixas os soberbos. Tu que fazes enriquecer e empobrecer, que matas e dás a vida, o único benfeitor dos espíritos e Deus...

Basílio de Cesareia - Acerca do Espírito Santo e o Batismo

Por meio do Espírito Santo realiza-se a restauração do paraíso, a subida ao reino dos céus, o retorno à adoção filial. É ele quem nos dá a ousadia de chamar a Deus de Pai, possibilita-nos participar da graça de Cristo, ter o nome de filhos da luz, partilhar da glória eterna, em uma palavra, recebermos a plenitude da benção, neste século e no século futuro, e como em espelho contemplar, desde já presente, a graça dos bens que nos estão reservados, conforme as promessas, e cuja fruição aguardamos pela fé. Se porém as arras são tais, o que será o dom completo? E se as primícias são tão grandes, que será a plenitude integral? Assim se torna cognoscível a diferença entre a graça do Espírito e o batismo na água. Pois João batizou na água; nosso Senhor Jesus Cristo batizou no Espírito Santo. “Eu vos batizo com água para a conversão [arrependimento], mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. De fato, eu não sou digno nem ao menos de carregar-lhe as sandálias. Ele vos batiza...